8 habilidades que os síndicos devem ter

Síndicos Quais habilidades os melhores síndicos cultuam?

Com as novas exigências do mercado, o perfil dos síndicos mudou durante o passar do tempo e a expansão dos empreendimentos residenciais. A imagem do síndico como um aposentado que passaria seu tempo livre cuidando do edifício em que reside e seria a pessoal ideal para representar a coletividade não representa mais o perfil atual dessa função.

Segundo um estudo realizado pela ABRASSP, Associação Brasileira de Síndicos e Síndicos Profissionais, os síndicos estão cada vez mais jovens, com faixa etária predominante entre 30 a 60 – 69% dos mais de 421 mil profissionais da área no Brasil –, são profissionais liberais com apoio de uma administradora de condomínios e com mulheres representando 51% desse total.

Quem deseja ser o responsável por administrar um edifício ou condomínio entende que a demanda é alta e deve dedicar uma boa parte de seu tempo para cuidar dos assuntos coletivos durante a gestão.

Essa carga de trabalho elevada, as diversas responsabilidades e as exigências da função abriram espaço para empresas e profissionais especializados na área para administrar os condomínios e edifícios, mesmo sem ser condômino ou proprietário de uma unidade. Apenas no estado de São Paulo, 7.758 síndicos profissionais atuam na área.

Seja um síndico morador ou um profissional contratado, para manter uma boa administração de condomínios são necessárias habilidades e competências essenciais para realizar uma gestão positiva.

Confira algumas habilidades para síndicos

– Qualificações específicas

Gerenciar um condomínio se assemelha a dirigir uma pequena empresa e não pensar como o dono do prédio. Um bom síndico deve ter conhecimentos nas áreas de administração, contabilidade, gestão de pessoas e direito imobiliário.

Vale lembrar que os síndicos são os responsáveis legais dos condomínios e deve balizar suas atitudes de acordo com a lei, o regimento interno do local e as normas para um bom relacionamento com os moradores e funcionários.

– Boa educação e comunicação

Lidar com diferentes perfis de pessoas é sempre uma tarefa complicada, mas que um bom síndico deve tirar de letra. Ter um tratamento cordial, paciente e tolerante é essencial para criar uma relação próxima aos demais moradores e funcionários, exigindo boa comunicação para mediar as situações cotidianas com muita paciência.

– Saber ouvir e ser imparcial

A mediação de conflitos é um dos pontos mais estressantes na gestão de pessoas em condomínios. Ouça todos os lados envolvidos, entenda os pontos apresentados e seja imparcial para cumprir as regras, sem perder a possibilidade do diálogo com as partes.

– Decisões apoiadas por todos

Mesmo sendo o dono da palavra final, um síndico não deve ser autoritário e centralizador em sua gestão. A opinião coletiva dos condôminos e dos conselheiros devem ser levadas em conta e analisadas para a tomada de decisões pensando na comunidade como um todo.

– Busque parcerias para auxiliar sua gestão

Um investimento em uma administradora de condomínios auxilia os síndicos para realizar o trabalho durante sua gestão. Algumas questões jurídicas e tributárias exigem muita atenção e conhecimento específico.

Para não ocorrerem falhas nessas áreas, portanto, caso seja financeiramente viável, um parceiro para auxiliar nessas questões mais burocráticas se mostra um bom investimento.

– Disponibilidade

A opção de ser síndico deve ser bem analisada para não entrar em conflito com obrigações pessoais. Dedicar-se aos assuntos do condomínio exige tempo e um síndico deve estar disponível para atender aos demais moradores e funcionários quando solicitado.

– Esteja sempre atualizado

Ser síndico também exige muito treinamento e qualificação. Diversos cursos estão disponíveis, e de forma gratuita, para a atualização nas mais diversas áreas que a função exige. Estude, leia bastante sobre os assuntos pertinentes. fique atento às novidades no setor e alterações em legislações referentes à gestão condominial.

– Planejamento

É preciso avaliar o planejamento e rever os custos da administração para uma gestão financeira transparente com visão de curto, médio e longo prazo. Tomar a iniciativa para oferecer melhorias no condomínio é importante para mostrar o esforço pelo bem coletivo.

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